Hoje é o Nacional da Visibilidade Lésbica, data de luta desde 1996. Vinte nove de Agosto foi a data do 1º Seminário Nacional de Lésbicas (Senale).
A data é dedicada a discutir políticas públicas de combate à lesbofobia e a dar visibilidade à comunidade lésbica no Brasil.
Diante invisibilidade social das mulheres lésbicas ante ao machasimo, é imprescindível que o Estado Brasileiro as reconheça para produzir e promover políticas públicas, evitando que elas permaneçam desatendidas em suas reais necessidades.
Hoje o debate da interseccionalidade é relevante ao reconhecer as diversas identidades sociais e sistemas que possuem relação com a opressão e com a discriminação que marcam todas as formas de violência contra nós mulheres.
É preciso olhar para os diferentes marcadores sociais, culturais,classe, gênero, raça e etnia .
Para a mulher lésbica, negra, periférica, sem emprego e de classe socioeconômica desfavorecida, está exposta a vulnerável à violência quando comparada à mulher lésbica, branca e que possui um emprego.
Lesbofobia é crime!
Obtivemos muitos avanços em marcos legais que vieram da luta das Mulheres , com o protagonismo das mulheres lésbicas, como a Lei Maria da Penha – que faz menção à orientação sexual; à possibilidade de mulheres lésbicas se casarem no civil; e ao amparo legal para reprodução assistida – e a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2019 – que aprovou equiparar a LGBTQIA+fobia (que é caracterizada pela discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) à lei de racismo (lei 7716/1989), até que o Congresso Nacional aprove uma legislação específica.
O SINDSERV reafirma seu compromisso com as lutas contra as opressões e com o respeito à diversidade humana, levantando a bandeira de luta no Dia Nacional da Visibilidade Lésbica.
Toda forma de amor é justa!
SINDSERV ORGULHO DE SERVIR AS SERVIDORAS E SER
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